Sobre ela....
Ela não pensava que iria terminar, ou pelo menos, não era algo que a preocupava.
Mas aconteceu...Quanto menos ela esperava, a realidade se fez visível....estava tudo lá, registrado, gravado, documentado, disponível. ...e este foi o detalhe que a ela, de logo, chamou a atenção!
Era tudo tão inacreditável que ela sentia calafrios lhe percorrendo o corpo e seus olhos negavam-se a enviar o significado daquelas imagens ao cérebro....mas estava tudo lá! Impossível negar, ou mesmo, fechar os olhos e procurar esquecer...acreditar que não estava lá, que não era verdade, que tinha sido uma ilusão de ótica, uma visão grotesca e má, uma brincadeira de mau gosto!
Mas estava lá e isso era inexorável... impossível de não enxergar, de não admitir....
E tudo desmoronou....um processo de transformação em cinzas, em papéis queimados, em lembranças perdidas e aquele sentimento de uma dor profunda crescendo em seu peito, maior do que poderia suportar, mas presente, muito presente! Ali... em todos os momentos, em todos os sonhos, em todos os pesadelos, em toda a realidade!
E esses sentimentos se instalaram....se recusaram a abandoná-la! Dominaram-na com uma força visceral que seus dias se transformaram-se apenas em dias sucessivos, dias doloridos, dias tormentosos...
Não queria viver aquilo! não desejava a seu pior inimigo (se tivesse ou houvesse algum) essa dor tão profunda....uma dor que a dilacerava, despedaçava, sucumbia, aterrorizava....
Pra entrar no céu, não é preciso morrer...
Pequenos textos, algumas reflexões e muita coragem de escrever!
terça-feira, 7 de julho de 2020
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Hoje fui ao cinema....assisti o filme "Quem você pensa que sou", com a sempre maravilhosa Juliette Binoche! O filme aposta nas consequências das interações virtuais numa mulher de 50 anos de idade, atraente, bem sucedida no trabalho. No amor virtual, a realidade seria mero decalque da ilusão e, contaminaria um amor aparentemente perfeito. Não seriam todas as pessoas meras personagens de si mesmas quando usam a internet? Dá pra gente pensar muito.... lembra também da tese de Baumann sobre o amor líquido, as relações líquidas, sem profundidade, sem comprometimento, superficiais... se criamos personagens para nós mesmos, nesse mundo virtual também criado.... com pessoas sendo aquilo que querem ser, mostrando apenas seu lado melhor, ou então criando um lado melhor quando não o tem,
segunda-feira, 24 de abril de 2017
A gente tem mania de enxergar amor onde não existe....
A gente, às vezes, fala de amor como uma causa perdida. A gente fala de amor pensando no relacionamento anterior, que não era amor. Que só parecia amor. A gente quer se segurar em alguma coisa pra falar de amor, mas o amor não tem paredes. A gente cai e espera ser abraçado. Espera flutuar. Mas se machuca porque não tem fé no amor. Porque se doa com medo e confunde qualquer cafuné com amor, qualquer riso de canto de boca com amor. A gente tem mania de chegar no amor lotado de pesos, tralhas emocionais, bagulhos de desventuras, mas no amor não cabe passado nem excesso de expectativa.
A gente quer falar que é experiente no amor, só falar que já fez alguém feliz. No fundo, a gente nem sabe direito. Porque a gente é sempre só aprendiz. A gente tem essa mania de ter pressa no amor e atropela o sentir do outro, sem esperar os sinais, porque amar mesmo, de verdade, leva tempo. Conhecer é abdicar do orgulho, é dividir o que dói, é sentir queimar a própria pele enquanto o outro arde. O amor tem dessas coisas que silenciam, porque dentro dele também cabe o que ainda nem é palavra. A gente, às vezes, fala de amor com a boca cheia de medos e esquece de silenciar. A gente tem medo de ficar em silêncio perto do outro sem saber que esse é o maior diálogo entre duas almas que buscam aproximação.
A gente, às vezes, fala de amor como uma causa perdida. A gente fala de amor pensando no relacionamento anterior, que não era amor. Que só parecia amor. A gente quer se segurar em alguma coisa pra falar de amor, mas o amor não tem paredes. A gente cai e espera ser abraçado. Espera flutuar. Mas se machuca porque não tem fé no amor. Porque se doa com medo e confunde qualquer cafuné com amor, qualquer riso de canto de boca com amor. A gente tem mania de chegar no amor lotado de pesos, tralhas emocionais, bagulhos de desventuras, mas no amor não cabe passado nem excesso de expectativa.
A gente quer falar que é experiente no amor, só falar que já fez alguém feliz. No fundo, a gente nem sabe direito. Porque a gente é sempre só aprendiz. A gente tem essa mania de ter pressa no amor e atropela o sentir do outro, sem esperar os sinais, porque amar mesmo, de verdade, leva tempo. Conhecer é abdicar do orgulho, é dividir o que dói, é sentir queimar a própria pele enquanto o outro arde. O amor tem dessas coisas que silenciam, porque dentro dele também cabe o que ainda nem é palavra. A gente, às vezes, fala de amor com a boca cheia de medos e esquece de silenciar. A gente tem medo de ficar em silêncio perto do outro sem saber que esse é o maior diálogo entre duas almas que buscam aproximação.
A gente tem medo de altura, do voo que é amar. A gente acha que amor é causa perdida e morre sem voar. A gente cresce mutilando as asas, e fica sempre com os pés fixos no chão. A gente tem medo da vertigem. No fundo, a gente quer ancorar. A gente é um pouco covarde, por estar sempre pisando no freio pra se limitar e não sofrer. Mesmo assim, a gente sofre com o excesso da falta, com aquele "se" que não virou possibilidade.
A gente quer antecipar o amor, sem saber que é sempre estreia, acontece de formas diferentes pra cada um. A gente aproxima a coisa falando dela, mas o amor foge aos conceitos prévios e a gente tem pressa, tem fome e sede de saber que cara tem o amor. A gente idealiza e, às vezes, passa fome. A gente costuma ver amor onde não tem. Por achar que o amor é só dar as mãos e está feita a mágica, a combinação. A gente quer que o amor aconteça de um jeito planejado, mas o amor não faz compromisso com nosso calendário. O amor é reinvenção.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
La Maza
La Maza, de Silvio Rodriguez
Si no creyera en la locura
de la garganta del sinsonte
si no creyera que en el monte
se esconde el trino y la pavura.
Si no creyera en la balanza
en la razón del equilibrio
si no creyera en el delirio
si no creyera en la esperanza.
Si no creyera en lo que agencio
si no creyera en mi camino
si no creyera en mi sonido
si no creyera en mi silencio.
que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
un amasijo hecho de cuerdas y tendones
un revoltijo de carne con madera
un instrumento sin mejores resplandores
que lucecitas montadas para escena
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
un testaferro del traidor de los aplausos
un servidor de pasado en copa nueva
un eternizador de dioses del ocaso
jubilo hervido con trapo y lentejuela
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera.
Si no creyera en lo mas duro
si no creyera en el deseo
si no creyera en lo que creo
si no ceyera en algo puro.
Si no creyera en cada herida
si no creyera en la que ronde
si no creyera en lo que esconde
hacerse hermano de la vida.
Si no creyera en quien me escucha
si no creeyera en lo que duele
si no creyera en lo que queda
si no creyera en lo que lucha.
Que cosa fuera...
Si no creyera en la locura
de la garganta del sinsonte
si no creyera que en el monte
se esconde el trino y la pavura.
Si no creyera en la balanza
en la razón del equilibrio
si no creyera en el delirio
si no creyera en la esperanza.
Si no creyera en lo que agencio
si no creyera en mi camino
si no creyera en mi sonido
si no creyera en mi silencio.
que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
un amasijo hecho de cuerdas y tendones
un revoltijo de carne con madera
un instrumento sin mejores resplandores
que lucecitas montadas para escena
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
un testaferro del traidor de los aplausos
un servidor de pasado en copa nueva
un eternizador de dioses del ocaso
jubilo hervido con trapo y lentejuela
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera
que cosa fuera -corazon- que cosa fuera
que cosa fuera la maza sin cantera.
Si no creyera en lo mas duro
si no creyera en el deseo
si no creyera en lo que creo
si no ceyera en algo puro.
Si no creyera en cada herida
si no creyera en la que ronde
si no creyera en lo que esconde
hacerse hermano de la vida.
Si no creyera en quien me escucha
si no creeyera en lo que duele
si no creyera en lo que queda
si no creyera en lo que lucha.
Que cosa fuera...
domingo, 25 de maio de 2014
domingo, 4 de agosto de 2013
Achei no Facebook, que por vezes consegue nos surpreender.... leiam e "enjoy it"
"Namora uma mulher que lê. Namora uma mulher que gaste o dinheiro dela mais em livros do que em roupas. Ok, ela se perde um pouco na arrumação da casa, mas é porque tem livros demais. Namora uma moça que tenha uma lista de livros pra ler, que tenha uma carteirinha da biblioteca desde a primeira infância.
Encontra uma mulher que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro dentro da bolsa. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um gritinho surdo ao encontrar o livro procurado. Vês aquela moça com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros de segunda mão? É a leitora. Para ela, o cheiro das páginas, sobretudo quando ficam amarelas, é perfume!
Ela é a garota que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a xícara, percebes que o calor já se foi, perdidos, os dois, ela e o café, em um mundo feito pelo autor. Senta. Admira-a de relance, porque a maior parte das mulheres que lêem não gostam de ser interrompidas. Oferece-lhe outra xícara de café.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Pergunta-lhe se gosta de Clarice. Ou se gostaria de ser Alice.
É fácil namorar uma moça que lê. No seu aniversário, no Natal e em datas especiais, dê-lhe livros. Ofereça-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Ofereça-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Que sabes a diferença entre os livros e a realidade.
Minta. Uma vez, duas, deslavadamente. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.
Trate de desiludi-la. Porque uma mulher que lê compreende que o fracasso conduz sempre ao clímax. E que todas as coisas chegam ao fim. Que sempre há a possibilidade de se escrever uma sequência. Que pode-se começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.
Temes que ela descubra tudo o que não és? As mulheres que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem [exceto na saga Crepúsculo]. E quando a vires acordada às duas da manhã, chorando, com um livro contra o peito, envolva-a com um abraço. Prepara-lhe um chá. Podes perdê-la por uma ou duas horas, mas ela volta para ti.
Quando menos perceberes, já está: alugas um balão de ar quente e te declaras. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente, pelo skype. Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar aos seus filhos o Gato de Botas e Aslam - talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das botas.
Namora uma mulher que lê, porque tu mereces. Mereces uma mulher que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. A não ser que prefiras a monotonia, horas requentadas, propostas meia-boca... Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma mulher que lê.
Ou, melhor ainda, namora uma mulher que escreve."
Namora uma mulher que lê
"Namora uma mulher que lê. Namora uma mulher que gaste o dinheiro dela mais em livros do que em roupas. Ok, ela se perde um pouco na arrumação da casa, mas é porque tem livros demais. Namora uma moça que tenha uma lista de livros pra ler, que tenha uma carteirinha da biblioteca desde a primeira infância.
Encontra uma mulher que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro dentro da bolsa. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um gritinho surdo ao encontrar o livro procurado. Vês aquela moça com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros de segunda mão? É a leitora. Para ela, o cheiro das páginas, sobretudo quando ficam amarelas, é perfume!
Ela é a garota que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a xícara, percebes que o calor já se foi, perdidos, os dois, ela e o café, em um mundo feito pelo autor. Senta. Admira-a de relance, porque a maior parte das mulheres que lêem não gostam de ser interrompidas. Oferece-lhe outra xícara de café.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Pergunta-lhe se gosta de Clarice. Ou se gostaria de ser Alice.
É fácil namorar uma moça que lê. No seu aniversário, no Natal e em datas especiais, dê-lhe livros. Ofereça-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Ofereça-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Que sabes a diferença entre os livros e a realidade.
Minta. Uma vez, duas, deslavadamente. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.
Trate de desiludi-la. Porque uma mulher que lê compreende que o fracasso conduz sempre ao clímax. E que todas as coisas chegam ao fim. Que sempre há a possibilidade de se escrever uma sequência. Que pode-se começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.
Temes que ela descubra tudo o que não és? As mulheres que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem [exceto na saga Crepúsculo]. E quando a vires acordada às duas da manhã, chorando, com um livro contra o peito, envolva-a com um abraço. Prepara-lhe um chá. Podes perdê-la por uma ou duas horas, mas ela volta para ti.
Quando menos perceberes, já está: alugas um balão de ar quente e te declaras. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente, pelo skype. Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar aos seus filhos o Gato de Botas e Aslam - talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das botas.
Namora uma mulher que lê, porque tu mereces. Mereces uma mulher que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. A não ser que prefiras a monotonia, horas requentadas, propostas meia-boca... Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma mulher que lê.
Ou, melhor ainda, namora uma mulher que escreve."
sábado, 1 de dezembro de 2012
Frases retiradas e sublinhadas por outros, de um pequeno livro do José Saramago, chamado "O Conto da Ilha Desconhecida", de 1998, que achei interessantes.
Conta a estória de um homem que pede um barco ao rei. Este lhe dá e, então, o homem sai em busca de uma tripulação.... "o homem nem sonha que, não tendo ainda sequer começado a recrutar tripulantes, já leva atrás de si a futura encarregada das baldeações e outros asseios, também é deste modo que o destino costuma comportar-se conosco, já está mesmo atrás de nós, já estendeu a mão para tocar-nos o ombro, e nós ainda vamos a murmurar, Acabou-se, não há mais que ver, é tudo igual".
domingo, 11 de novembro de 2012
Transformações, de Hermann Hesse
Editado no ano em que nasci (1954), comprado e presenteado a meus pais (1984), recuperado das pilhas de livros que se formam na sala, neste final de 2012.
Trechos sublinhados...naquele ano remoto de 1984!
Uma das flores tinha grandes olhos azuis, outra o fez lembrar seu primeiro amor. Uma tinha o aroma do jardim da sua infância, como a voz da mãe, soava o seu doce perfume.
- A felicidade? - disse o belo pássaro, rindo com seu bico dourado. - Oh, amigo, a felicidade está por toda a parte na montanha e no vale, na flor e no cristal (e em casa, acrescentado por meu pai).
Também em cavalos, pássaros, pessoas e todas as criaturas, pode-se ver isso diariamente. Quando não possuem o dom da transformação, com o tempo decaem em tristeza e mágoa, e perdem a beleza.
Mas há um entre esses mil caminhos, difícil de encontrar, fácil de advinhar...teu mais íntimo eu, que morte alguma destrói, pertence só a ti, não pertence ao mundo, que só escuta nomes.
Editado no ano em que nasci (1954), comprado e presenteado a meus pais (1984), recuperado das pilhas de livros que se formam na sala, neste final de 2012.
Trechos sublinhados...naquele ano remoto de 1984!
Uma das flores tinha grandes olhos azuis, outra o fez lembrar seu primeiro amor. Uma tinha o aroma do jardim da sua infância, como a voz da mãe, soava o seu doce perfume.
- A felicidade? - disse o belo pássaro, rindo com seu bico dourado. - Oh, amigo, a felicidade está por toda a parte na montanha e no vale, na flor e no cristal (e em casa, acrescentado por meu pai).
Também em cavalos, pássaros, pessoas e todas as criaturas, pode-se ver isso diariamente. Quando não possuem o dom da transformação, com o tempo decaem em tristeza e mágoa, e perdem a beleza.
Mas há um entre esses mil caminhos, difícil de encontrar, fácil de advinhar...teu mais íntimo eu, que morte alguma destrói, pertence só a ti, não pertence ao mundo, que só escuta nomes.
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