Transformações, de Hermann Hesse
Editado no ano em que nasci (1954), comprado e presenteado a meus pais (1984), recuperado das pilhas de livros que se formam na sala, neste final de 2012.
Trechos sublinhados...naquele ano remoto de 1984!
Uma das flores tinha grandes olhos azuis, outra o fez lembrar seu primeiro amor. Uma tinha o aroma do jardim da sua infância, como a voz da mãe, soava o seu doce perfume.
- A felicidade? - disse o belo pássaro, rindo com seu bico dourado. - Oh, amigo, a felicidade está por toda a parte na montanha e no vale, na flor e no cristal (e em casa, acrescentado por meu pai).
Também em cavalos, pássaros, pessoas e todas as criaturas, pode-se ver isso diariamente. Quando não possuem o dom da transformação, com o tempo decaem em tristeza e mágoa, e perdem a beleza.
Mas há um entre esses mil caminhos, difícil de encontrar, fácil de advinhar...teu mais íntimo eu, que morte alguma destrói, pertence só a ti, não pertence ao mundo, que só escuta nomes.
Pequenos textos, algumas reflexões e muita coragem de escrever!
domingo, 11 de novembro de 2012
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